O atendimento para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Ceará é amparado pelo Estatuto Estadual da Pessoa com TEA e garantido por redes de assistência em saúde, educação e programas sociais. As principais frentes de apoio no estado incluem: [1]
Ceará TEAcolhe: Programa do Governo do Estado que oferece suporte psicossocial gratuito para mães e cuidadores, além de coordenar uma rede com dezenas de instituições parceiras para descentralizar e facilitar o acesso a terapias no interior e na capital. [1, 2]
Carteira de Identificação (CIPTEA): O documento assegura prioridade no atendimento em serviços públicos e privados em todo o Ceará. Em Fortaleza, pode ser solicitado digitalmente na plataforma CIPTEA Fortaleza. [1, 2, 3]
Atendimento Especializado em Fortaleza: Destaque para o Hospital Infantil Albert Sabin (Hias), que conta com o Espaço de Acolhimento a Crianças Autistas, e o CIA (Centro de Inclusão e Atendimento) da ALECE, que atende crianças e jovens com terapias multiprofissionais. [1, 2]
Cartilha de Direitos: O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) disponibiliza a Cartilha TEA detalhando o diagnóstico, direitos legais, inclusão escolar e o acesso a terapias. [1]

